7a Meia Maratona de Pomerode – 2014

Sim, a gente não morreu! rs

Na verdade continuamos treinando e competindo, apenas o blog que ficou um pouco abandonado, mas vamos lá…

Participamos da 7a Meia de Pomerode, e não porque moro aqui mas o visual de Pomerode e o clima que a cidade fica nos dias que antecedem a prova (e claro no dia da prova) é fantástico! No percurso da meia maratona retiraram os dois morros que tinha ano passado, o que deixou a prova mais rápida. No percurso dos 6k os dois morros permaneceram, porém o sentido foi invertido. Às 9h o sol abriu e ficou bem quente, foi duro mas valeu!

Confiram algumas fotos feitas pelo focoradical.com.br

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renan_amorim_7a_meia_maratona_pomerodeE os tempos:

ALINE DE FATIMA MARTINS – 6 km – 00:31:08

ANANDA MAINHARDT DE AMORIM – 6 km – 00:35:50

RENAN DE AMORIM – 21.1 km – 01:39:58

 

Solamente 1 ano

Hoje completamos um ano de Sola & Mente! Parabéns para nós!

Parabéns por adotarmos esse estilo de vida que vai muito além dos treinos e competições. Este estilo que tem pouquíssimas horas de “descanso” na semana, que nos faz mais saudáveis a cada dia. Que nos faz ir para cama dormir às 22h de um sábado e levantar cedo na manhã de um domingo para treinar. SEMPRE, com sorriso no rosto.

Cruzar a linha de chegada de uma corrida, não tem preço.

Não tem preço olhar para os lados e ver centenas de pessoas que você nunca viu antes… sorrindo, aplaudindo, torcendo por você… Os atletas são os mais heterogêneos e a corrida é um dos esportes mais justos que já vi. Na linha de chegada a gente vê que não tem idade, não tem cor, não tem quilograma, não tem classe social, não tem tecnologia que faz diferença naquela hora. Não tem manha, não tem atalho, não tem jeitinho brasileiro. As diferenças foram construídas nas semanas e meses que antecedem este momento – com suor.

Olhar para trás… um ano atrás… e pensar que nós não conseguíamos correr nem 1 km! E hoje ver fotos em provas de 5, 10, 21 km… não tem preço.

E os encontros da equipe? Os jantares de massas? As cidades que conhecemos… e os hotéis que mais parecem daquele filme “O Albergue”? As amizades feitas com pessoas que até o momento eram totalmente estranhas, mas que nos parecem familiares pois está estampado no rosto delas que a preguiça também não mora ali.

Vamos continuar nessa… não deixemos a peteca cair. Vamos manter esse sorriso no rosto.

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COMPROVADO: alongar antes de correr nada ajuda e até prejudica!

E aí corredores!

Como estão os treinos? Já estabeleceram seus objetivos de corrida para 2014?

Quer correr quanto este ano? 5 km? 10 km? Meia maratona? Maratona? Ultra-maratona?

Mais importante que querer: Já montou o seu calendário/agenda de treinos para que o objetivo se concretize? Não? Então se mexe meu! Isto é primordial para alcança-lo.

Mas vamos ao post do dia…

Para quem faz, ou tem dúvidas se é certo ou não alongar antes de fazer exercícios – no nosso caso, a corrida – segue esse post da Revista Contra-Relógio bem legal que encontrei.

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Como a Contra-Relógio já tinha chamado a atenção em 2006, a realização de alongamentos antes de começar a correr, PRÁTICA corriqueira entre iniciantes e até corredores experientes, não traz qualquer benefício. Ou seja, não faz a pessoa correr melhor ou mais fácil, e muito menos ajuda a prevenir lesões!

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Agora pesquisadores COMPROVARAM que não apenas isso é uma grande verdade, como esse alongamento pode prejudicar a performance, ao reduzir a capacidade de força das pernas.

Estudo da Universidade de Nevada (EUA) publicado na edição de setembro do Journal of Strength and Conditioning Research, e divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo, dia 8/11, revela que os exercícios para alongar mais utilizados (inclusive por corredores), os chamados alongamentos estáticos, realizados com a pessoa parada, causam perda de força nas pernas.

Foram avaliados três grupos de atletas; um que realizou alongamentos estáticos, outro que fez alongamentos dinâmicos (com movimentos contínuos) e um terceiro que nada executou. Em seguida, os atletas praticaram exercícios de salto e flexão do joelho, para mensurar a força muscular das pernas antes e depois dos alongamentos.

Os que fizeram alongamento estático tiveram a maior perda de força muscular, depois os que tinham feito os alongamentos dinâmicos, enquanto os que nada fizeram não sofreram qualquer prejuízo.

Bill Holcomb, um dos autores da pesquisa, comentou que os alongamentos estáticos devem ser feitos depois e não antes do exercício. Mas alertou que não se deve confundir esta recomendação com a questão da flexibilidade, que todas as pessoas devem procurar não descuidar, realizando exercícios com esse objetivo em qualquer momento do dia. Para antes de começar a atividade, como a corrida, o pesquisador indica que se aqueça o corpo, através de um trote leve, por exemplo.

NÃO PREVINE LESÕES. Em maio de 2006, a CR publicou como matéria de capa “Alongar é muito bom, mas não prepara para a corrida, nem previne lesões!” O artigo, de autoria das fisioterapeutas Alessandra Arkie e Kenia Guerra Baumann, comentava em sua introdução: “Muitos corredores realizam algum exercício de alongamento antes da corrida, na crença de que soltando um pouco os músculos terão menor risco de lesão. Apesar da idéia de que alongamento pode auxiliar na prevenção de lesões músculo-esqueléticas ser aceita na comunidade médica e entre treinadores e atletas, esta crença não é sustentada pelas pesquisas científicas”.

As autoras comentam sobre os estudos em torno do assunto e fazem alguns alertas. O primeiro e muito importante é o fato das pessoas realizarem alongamento sem aquecer antes, por vezes por recomendação do treinador. Ou seja, antes de começar a correr é feita (ou indicada) uma sessão de alongamentos, com o corpo frio, quando o correto seria fazer apenas um trote. E para piorar, alguns trabalhos mostraram que alongar dessa forma acaba resultando em maior incidência de lesões, por forçar o esticamento de músculos frios, exatamente o contrário do que a maioria dos corredores pensa.

O alongamento estático clássico, ou seja, da panturrilha, da parte posterior e anterior da coxa etc, não tem mesmo muito sentido antes da corrida. Comentam as fisioterapeutas: “Se pensarmos no que acontece nos músculos, não há semelhança entre o ato de alongar estaticamente um músculo e as rápidas contrações a que estes serão submetidos durante o treino ou prova. Em outras palavras, o alongamento antes não representa uma preparação específica para a atividade (alongar para depois contrair…)”.

Já um programa de aquecimento adequado, dizem Alessandra e Kenia, tem maior capacidade de diminuir lesões, por aumentar o fluxo sangüíneo nos músculos, lubrificar as articulações, despertar a coordenação e a resposta rápida do sistema músculo-esquelético, imitando o trabalho que os músculos realizarão durante a corrida.

E as recomendações das fisioterapeutas não param por aí. Elas destacam, naquele artigo de 2006, para outra atitude errada de corredores e treinadores: a realização de alongamentos (estáticos) logo após o término da prova ou do treino. Nesse momento, as fibras musculares, por estarem ainda aquecidas, poderão ser forçadas exageradamente, com risco até de rompimento.

Por essa razão, elas dizem que os alongamentos depois da corrida devem acontecer quando o corpo já estiver esfriado um pouco, caminhando-se por alguns minutos e só então iniciar os alongamentos. E neste momento, os benefícios dessa atitude são reais, na medida em que é uma ótima maneira de relaxar a tensão muscular, promovendo a transformação das fibras hipercontraídas, fatigadas e pouco elásticas, em uma coleção mais alongada de fibras musculares, as quais se adaptarão mais facilmente às atividades menos intensas que seguem os treinos, o que ajudará na recuperação dos músculos antes da próxima corrida.

Saiba o que se deve ou não se deve fazer

ERRADO: alongar imediatamente antes de correr
CERTO: aquecer, com trotes, ou começar devagar
ERRADO: alongar logo após terminar de correr
CERTO: trotar ou caminhar por alguns minutos e então alongar

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Outras matérias que partilham da mesma idéia:

• Alongamento não previne lesões e pode até prejudicar – Site O Tempo.

• Alongaminto – Site O Seu Personal.

Alimentação para corredores – Parte 3: Pós-corrida

Esta é a terceira e última parte do post sobre alimentação para corredores.

Compartilho esta matéria da revista Runners World que de forma objetiva explica bem o que comer depois de correr. Boa leitura!

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Quando a ultracorredora Ronda Sundermeier começou a sentir que estava com ritmo lento durante seus treinos de tempo run, ela não soube identificar o que havia de errado, já que o treino em si não mudara. Então, ela conheceu uma nutricionista que detectou o problema: a quantidade de alimentos que Ronda vinha consumindo depois dos treinos não era suficiente para uma boa recuperação.

Tem a ver: O que é tempo run?

Então, Ronda passou a consumir uma bebida à base de carboidratos e proteínas logo após a corrida, e fazer uma refeição completa em até 45 minutos depois do término do treino. “Os resultados foram excepcionais”, diz a ultracorredora. “De repente, tive a sensação de estar com pique total nas partes mais difíceis dos treinos”.

A maioria dos corredores sabe que, logo após uma sessão de exercícios, precisa de uma alimentação saudável, composta de carboidratos e proteínas. Mas a experiência de Ronda prova que cada situação requer uma exigência nutricional. Para disputar uma prova noturna de 5 km, em ritmo leve, você não precisa da mesma estratégia de alimentação que usaria para um tempo run de 20 km em ritmo pesado. “O corpo precisa de nutrientes para construir os músculos e manter a forma física, mas nem sempre é fácil definir quando, o que e quanto deveríamos comer”, diz Deborah Shulman, nutricionista do esporte no Colorado, Estados Unidos.

Fazer a refeição certa, na hora certa, faz toda a diferença. Depois de reformular sua dieta, Ronda quebrou o recorde na Grand Teton, ultramaratona de 160 km. Veja como fazer refeições sob medida, em cinco situações comuns nos pós-treinos.

Você correu 5 km e está morrendo de fome

O que comer: Depois de uma corrida curta e leve, você não queimou muitas calorias nem exigiu demais dos músculos. Então, geralmente, não precisa comer muito. “Mas se estiver com muita fome, isso é sinal de que seus níveis de carboidrato estão baixos, e quando você começou a correr tinha pouca reserva desse nutriente”, diz Deborah. Para satisfazer seu estômago sem extrapolar nas calorias, Amy Jamieson-Petonic, nutricionista da Sociedade Americana de Nutrição, sugere o consumo de alimentos ricos em fibra, que contribuem para a sensação de saciedade. “Experimente comer um pão integral ou uma porção de figo seco”, aconselha Amy. O seu estômago continua roncando? Para saciar o apetite, coma uma porção de alimentos que tenham lipídeos (gordura) na composição, como nozes ou um ovo, aconselha Molly Kimball, nutricionista do esporte em New Orleans.

Você correu 45 minutos e está com pressa

O que comer: Para muitos corredores, esse tipo de exercício é a base do treinamento, especialmente durante a semana, quando o tempo é escasso. Para corridas de menos de 60 minutos, não se preocupe em consumir a proporção exata de carboidrato e proteína após a corrida; em vez disso, consuma alimentos que contenham ambos os nutrientes. “Quando você corre mais de uma hora, a proporção carboidrato/proteína é mais importante”, diz Amy. Se você corre de manhã, faça e congele uma batida de iogurte e fruta na noite anterior à corrida; antes de sair para correr, tire a batida do congelador. Quando voltar do treino, ela vai estar perfeita para beber. Se você corre à tarde, leve para o trabalho um sanduíche de pão sírio com cottage, cubos de peito de peru, tomate e pepino, para comer na volta do treino. Você quer um jantar rápido depois de uma corrida noturna? Deixe no congelador filé de peito de frango ou salmão, embalado individualmente, e, para acompanhar, prepare arroz integral de saquinho, cujo cozimento é rápido, e aspargo cozido no vapor.

Você fez uma corrida longa e difícil e ficou cansado

O que comer: Quando você corre mais de uma hora, precisa de reabastecimento quase imediato. “No período de 30 minutos após o treino, o organismo fica bastante propenso a devolver carboidratos para os músculos”, diz Deborah Shulman. Por isso, é preciso consumir carboidratos rapidamente. Para descobrir suas necessidades, tome seu peso como base. Se você pesa 65 kg, você precisa consumir cerca de 65 gramas (280 calorias) de carboidratos simples, em até 30 minutos. Você pode consumir barras energéticas ou bebidas esportivas, pois eles são absorvidos rapidamente. Além disso, o consumo de proteína dá início à recuperação muscular. Uma hora depois desse lanche, faça uma refeição completa; o ideal é que a proporção carboidrato/proteína seja de 4:1. De acordo com um estudo da revista científica Medicine and Science in Sports and Exercise, o consumo de carboidratos e proteínas na mesma refeição resulta em níveis mais altos de glicogênio, se comparado ao consumo de carboidratos sozinho. Coma uma mini-pizza com molho de tomate, atum, milho e cebola ou um espaguete à bolonhesa, aconselha Deborah.

Você correu e está enjoado

O que comer: Enjôo após uma corrida é um sinal comum de organismo estressado; o motivo pode ser desidratação, consumo excessivo de géis energéticos ou excesso de trabalho do corpo para gerar energia. Mesmo sem vontade, tente comer algo para reduzir a sensação de desconforto e acelerar a recuperação. Não consuma géis energéticos nem goma de mascar. “Prefira um alimento que demore a ser digerido, como banana, biscoitos salgados e queijo. Eles ficam no estômago por mais tempo, protegendo-o contra o ácido gástrico e ajudando a neutralizar a sensação de enjôo”, afirma Deborah. Amy Jamieson-Petonic ainda sugere chá de gengibre com açúcar e Molly Kimball prefere carboidratos leves e de fácil digestão, como tigela de cereal integral em flocos com leite desnatado e 3 castanhas do Pará picadas.

Você correu à noite e já está quase na hora de dormir

O que comer: Como você vai dormir logo, não coma demais. Se você fizer isso regularmente poderá ter uma indigestão, além de engordar. Uma forma de evitar a comilança depois de uma corrida noturna é “fazer uma refeição bem completa duas horas antes de correr”, diz Deborah. Depois do treino, você não se sentirá faminto e poderá se abastecer com alimentos de fácil digestão. A nutricionista Amy sugere o consumo de carboidratos e proteínas combinados, como torradas integrais com patê de frango (frango assado desfiado com maionese light) e uma tigela de frutas silvestres (amora, framboesa, etc). Essa combinação vai diminuir a fome e, “durante a noite, os carboidratos irão repor os estoques de glicogênio e as proteínas começarão a regenerar os músculos”, diz Amy. Assim, você fica pronto para uma nova corrida no dia seguinte.

Coma melhor

Depois de uma corrida curta, consuma alimentos ricos em água, como frutas e vegetais. Eles saciam a fome, têm poucas calorias e reidratam o corpo.

Fonte: http://runnersworld.abril.com.br/

Ler também:

• O que comer antes de correr?

• O que comer durante a corrida?

Alimentação para corredores – Parte 1: Pré-corrida

Todos sabemos da importância de uma alimentação balanceada, sem excesso de açúcar, gordura, fritura, fast food, refrigerante e blablabla.

Sim, estamos de saco cheio de ouvir isso, mas é a pura realidade se nós, corredores, desejamos ter um bom rendimento enquanto praticamos o nosso tão amado esporte.

Costumo falar pra minha noiva que o corpo é como um carro, se você não abastece com uma gasolina boa, troca o óleo, calibra os pneus, faz revisões, o carro vai andar, como falamos na gíria: capenga. rs

Esses dias estava lendo esta matéria da Runners, e encontrei outra comparação com automóveis (acho que devemos um tanto para esse tal Cugnot):

“Comer pouco durante o dia e se esbaldar de noite é como encher o tanque do carro após chegar ao seu destino”.

Mas vamos lá, você não precisa deixar de consumir nada que você consumia antes de virar um atleta, apenas vai deixar de consumir próximo aos treinos e provas.

Pesquisas mostram que o corpo humano demora 24 horas para eliminar 100% de álcool e outras toxinas do corpo. Então se você corre a noite, saiba que seu treino já começa desde uma boa noite de sono que precede o treino.

Resolvi escrever aqui sobre alimentação, agrupando varias informações de vários lugares formando uma boa base de conteúdo, os posts ficarão maiores do que de costume, mas alimentação é coisa séria e vale a pena cada linha. Por isso vou dividir em 3 posts: pré-corrida, durante corrida e pós-corrida – postarei os outros dois nos próximos dias.

Enfim, o que comer antes de correr?

Para um melhor desempenho no treinamento, é essencial que haja uma boa reifeção de 1 a 2 horas antes dele. Este tempo varia de organismo para organismo e do tipo de alimento que você ingere, e isso você vai ter que descobrir sozinho com o tempo. Mas basicamente, o tempo tem que ser o suficiente para você não sentir desconforto estomacal e nem fraqueza* durante a corrida.

Os principais objetivos de uma refeição pré-treino, de acordo com a nutricionista Suzana Bonumá, especialista em Fisiologia do Exercício pela USP, é garantir um estoque suficiente de energia para o treino e evitar que você se sinta fadigado enquanto corre. Ela deve ser composta basicamente por carboidratos, que fornecerão a glicose necessária para ser estocada em seu organismo. Na ausência desse nutriente, seu desempenho será comprometido e você corre o risco de ter uma hipoglicemia e não completar o treino.

*A fraqueza durante corrida pode vir por vários motivos. Uma noite mal dormida, um dia estressante no trabalho (físico ou mentalmente), calor excessivo, alimentação inadequada, esforço além do preparo. Trabalhe por eliminação: “Me senti fraco hoje na corrida”. Dormi mal? Não. O trabalho exigiu muito de mim hoje? Não. Me hidratei? Sim. As chances são grandes de ter me alimentado errado. E assim você vai se auto-conhecendo e os desconfortos vão sumindo.

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Os nossos estoques de carboidratos são limitados e duram poucas horas. Por isso, estocar de maneira certa os carboidratos em nosso corpo é fundamental, principalmente se você vai correr durante um tempo prolongado. Dependendo do seu peso, uma refeição pré-treino deve fornecer entre 100 a 200 calorias.

Em seu livro “A Dieta do Corredor”, Suzana lista 8 tipos de carboidratos que você pode consumir antes de correr para  garantir a quantidade de glicose necessária. Confira:

1 – Arroz
O primeiro deles é o carboidrato predileto dos brasileiros e apresenta características excelentes para compor uma refeição pré-treino. Ele tem alta concentração de carboidratos, baixo teor de gordura e fibras. Você pode combiná-lo com vários alimentos e até misturar com vegetais. O ideal é consumir com uma proteína magra (filé de frango ou peixe), duas horas antes da corrida.

2 – Aveia
É uma fonte rica e concentrada de carboidratos. É uma excelente opção se você tem dificuldades em se alimentar antes de correr, pois pequenas porções são capazes de fornecer um boa quantidade de carboidratos – duas colheres de sopa de aveia, por exemplo, equivalem a um pão francês. Além disso, é rica em vitaminas do complexo B, que participam do processo de produção de energia no corpo. Se tiver sensibilidade a fibras antes dos treinos, prefira os flocos ao farelo de aveia.

3 – Banana
Queridinha dos corredores, essa fruta é composta por 24% de carboidratos e 74% de água, ou seja, é uma fonte pura de energia. Fácil de comer, deliciosa e nutritiva, a banana pode ser acompanhada por cereais e vitaminas – e ainda dá para levá-la para onde você quiser. É também um reforço extra de potássio.

4 – Batata
Pobre em gordura, é facilmente digerida e indicada para quem não consegue comer grandes volumes na refeição pré-corrida. Fonte de carboidrato e potássio, pode ser preparada cozida, assada ou também em forma de purê. Porém, consumi-la em versões fritas ou sauté não é indicado, porque ficam carregadas em gorduras.

5 – Bolachas salgadas
Ideais para os corredores que não têm muito tempo para investir na refeição pré-treino. Ricas em carboidratos, versáteis e independentes, não exigem programação especial no cardápio. Mas muita atenção ao consumi-las: evite as versões doces e recheadas e lembre-se que, por não serem uma fonte pura de carboidrato, muitas vezes têm uma grande quantidade de gordura.

6 – Cereal de milho
Os cereais são uma alternativa ao pão quando a refeição pré-treino é o café da manhã. Fontes concentradas de carboidrato, são indicados para corredores que não têm uma digestão muito eficiente. Importante: evite as versões que já vem com açúcar. Aos intolerantes à lactose, cuidado ao combinar com leite ou iogurte. Uma opção é comê-los com banana para garantir uma boa dose de energia e potássio.

7 – Macarrão
Além da banana, o macarrão também é queridinho dos corredores. Ainda é a opção mais procurada quando se trata de uma refeição pré-prova. É um alimento fácil de ser preparado e encontrado em qualquer lugar do mundo, além de ser uma fonte rica em carboidratos – tem 78% em sua composição. A versão mais procurada é ao sugo, porém, é importante tomar alguns cuidados antes de consumi-lo: em alguns lugares, o molho de tomate é preparado com tanta gordura quanto o molho branco e isso não ajudará você a correr bem. O ideal é misturá-lo a vegetais frescos, azeite e ter a garantia da procedência do molho, para evitar problemas.

8 –  Pão
Sua digestão é rápida e ideal para quem pratica a corrida. Rico em carboidratos, é um alimento versátil e prático. Você pode consumir a caminho da corrida, em viagens ou em casa. Puro, torrado ou acompanhado de algum alimento, o pão é sempre bem-vindo no cardápio dos corredores. Varie seu cardápio experimentando as diversas versões encontradas no mercado, como os integrais, com linhaça, 7 grãos e muitos outros. Evite a ingestão de pães com muitas fibras ou muito gordurosos. Fuja dos recheados ou croissants se quiser garantir uma boa alimentação antes de treinar!

Fontes:

http://www.suacorrida.com.br/nutricao-wrun/8-alimentos-para-seu-pre-treino/

http://www.nutricio.com.br/alimentacao-corredores.htm

http://runnersworld.abril.com.br/noticias/coma-certo-correr-mais-132896_p.shtml

http://www.wsrunner.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=51:o-que-comer-antes-e-depois-da-corrida&catid=24:nutricao-cat&Itemid=18

5 dicas para melhorar sua corrida

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Quem pensa que para correr bem é preciso apenas calçar o par de tênis e ir treinar, está muito enganado. Ter o seu objetivo nos treinos, monitorar a intensidade do esforço realizado, identificar dores no corpo, descansar quando estiver resfriado e planejar a rotina de trabalho também são fundamentais para você evoluir e deixar os quilômetros para trás de uma forma gradativa, sem pressa. Pensando nisso, o educador físico Gustavo Luz passou cinco dicas rápidas e simples para você se sair melhor na corrida e evitar as lesões e os problemas. Confira na tabela abaixo:

Você quebra antes do final da prova?

Quando você inicia a corrida num ritmo alto, recruta as fibras musculares, o sistema de energia e até os caminhos neuromusculares de forma errada. De uma maneira geral, tente correr os primeiros 80% de uma prova em um ritmo confortável e, se estiver bem, acelere nos 20% finais.

Frequência cardíaca x treinamento

Se você tem algum objetivo específico com o exercício, como perder peso ou melhorar seu condicionamento, é importante monitorar a intensidade do esforço realizado. O controle da freqüência cardíaca (FC) é uma das melhores formas de fazer isso. Assim você sabe o quanto tem que se esforçar para seguir o objetivo do treino e conseguir os resultados que deseja.

Você ouve seu corpo?

Se você foi um pouco mais rápido ou um pouco mais longe, é normal sentir algum desconforto muscular, especialmente nas panturrilhas e nos quadríceps. São necessários mais ou menos dois dias para se recuperar de treinos mais intensos. Se você se sentir dolorido no terceiro dia, descanse novamente; se a dor for além de quatro ou cinco dias, talvez seja melhor procurar ajuda.

Resfriou? Relaxe e durma!

A corrida deve torná-lo menos vulnerável a doenças, pois fortalece o sistema imunológico, ajuda a dormir melhor e reduz o estresse. A falta de sono e períodos freqüentes de estresse elevado pode reduzir severamente a função imunológica. Uma das melhores maneiras de diminuir o risco de infecções é não treinar demais. O exercício moderado reduz esse risco, mas corrida de velocidade, corridas longas e competições parecem aumentá-lo.

Vale a pena correr só uma vez por semana?

Correr um pouco é melhor do que não correr. É verdade que seu condicionamento e desempenho não ficarão muito melhores com apenas uma corrida semanal. Mas aquele único treino pode dar um gás na sua motivação e ajudar a criar o hábito de se exercitar. Isso também vai facilitar que você faça treinos extras quando tiver tempo.

Fonte

Dicas para quem deseja começar a correr

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A corrida tem se tornado uma prática muito comum. Seja dentro das academias ou ao ar livre, as pessoas têm se identificado cada vez mais com esse tipo de esporte. Mas para participar de provas de rua é preciso ter um acompanhamento profissional para evitar possíveis lesões e atingir o principal objetivo – chegar ao final da prova.

De acordo com o preparador físico Jorge Reinoso Navarro alguns fatores precisam ser observados antes mesmo de começar a praticar as corridas de rua.
É importante realizar uma avaliação médica antes de começar e consultar um profissional capacitado para orientação durante os treinamentos. “Pessoas com doenças cardiovasculares e com doenças degenerativas dos membros inferiores, como por exemplo, artrose de quadril, joelho e tornozelo não devem praticar corrida de rua, salvo algumas exceções devidamente orientadas por médicos ou professores”, explica Rodolfo.

Correr proporciona vários benefícios como perder peso, controlar colesterol, pressão arterial, entre outros. “É bom para o corpo e para a mente, não tem limite de idade para praticar e sempre é hora de começar”, afirma o preparador. Essa é uma atividade física que pode ser realizada por pessoas de qualquer idade. Para as crianças o ideal são provas com distâncias menores. Já para quem está na terceira idade o melhor é conciliar o treinamento de corrida com musculação para fortalecer a musculatura. O professor dá algumas dicas para quem deseja começar a praticar essa atividade física.

• Faça uma avaliação física antes de iniciar a atividade.
• O programa de treinamento deve ser progressivo (de acordo com o seu nível de condicionamento físico).
• Faça alongamentos antes e depois da corrida.
• Intercale a corrida com outras atividades aeróbias (em dias alternados), para não se fadigar com a corrida.
• Use roupas e calçados apropriados para corrida.
• sempre o acompanhamento de um profissional de educação física, nutricão e de um médico especialista em Medicina Esportiva.

Fonte